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Firmado protocolo para constituição de Equipa Comunitária de Saúde Mental

2024/10/11

 

protocolo esp

O presidente da Câmara Municipal de Esposende, Guilherme Emílio, assinou, com a Unidade Local de Saúde de Braga, o protocolo que visa a maximização das respostas de proximidade na comunidade, associada ao funcionamento das Equipas Comunitárias de Saúde Mental.

Para o presidente da Câmara Municipal de Esposende, este protocolo reveste-se de profunda importância e fica associado à celebração do Dia Mundial da Saúde Mental, “instituído pela Federação Mundial da Saúde Mental, em 1992, com o intuito de combater o preconceito e o estigma e promover o conhecimento sobre saúde mental”. O passo hoje dado pretende, segundo Guilherme Emílio, “vincar o compromisso de promoção de um futuro comum, num desígnio que deve envolver todos nós, garantindo o bem-estar mental, tendo sempre presentes os princípios da hospitalidade e do respeito pela individualidade da condição humana”.

Tendo como mote “A minha saúde, o meu direito”, o Dia da Saúde Mental defende o acesso de cada indivíduo a cuidados adequados. “O Município de Esposende sempre privilegiou respostas de proximidade, nos cuidados de saúde mental, através de programas que identificam os pacientes e que os acompanham no tratamento”, adiantou Guilherme Emílio.

O protocolo de cooperação com a Unidade Local de Saúde de Braga prevê quatro eixos de intervenção: Maximização das respostas de proximidade na comunidade e das atividades inerentes ao funcionamento das Equipas Comunitárias de Saúde Mental; Promoção da Saúde, da Prevenção da Doença e da Educação na área da Saúde Mental; Intervenção Terapêutica, de Reabilitação e de (Re)integração psicossocial, em colaboração com estruturas municipais; e Formação de colaboradores, em matérias relacionadas com a saúde mental.

A Equipa Comunitária de Saúde Mental reunirá médicos psiquiatras, enfermeiras, psicólogas, assistente social e terapeuta ocupacional. Realizam consultas, acompanhamento psicológico individual, intervenções de grupo, visitas domiciliárias e intervenções sociais e comunitárias centradas no utente, funcionando em articulação com os cuidados de saúde primários.

"Estas equipas são fundamentadas pela proximidade, facultando a integração na comunidade e pela desinstitucionalização dos doentes. Procuramos, assim, combater o preconceito e o estigma, promovendo o conhecimento sobre saúde mental”, concluiu Guilherme Emílio.

Conteúdo atualizado em11 de outubro de 2024às 14:36